O NERI – Núcleo de Estudos e Relações Interconfessionais é um espaço de pesquisa, produção e educação no âmbito da diversidade religiosa e das relações interconfessionais. Foi criado em 2009 e está dando seus primeiros passos, envolvendo alunos, professores e sociedade.
Objetivo geral
Fomentar o conhecimento e o encontro das tradições religiosas, mediante a pesquisa, a reflexão teológica, a publicação e a educação para o diálogo interconfessional, em prol da justiça, paz e meio-ambiente.
Objetivos específicos
- Promover o diálogo ecumênico e interreligioso.
- Potencializar os valores confessionais em prol da justiça, paz e ecologia.
- Educar para a convivência e a colaboração interconfessionais.
- Desenvolver e publicar estudos pertinentes ao objetivo geral.
- Fomentar a atitude investigativa dos docentes.
- Fomentar a atitude investigativa dos discentes.
Princípios relacionais e metodológicos
- Respeito às pessoas e às instituições, religiosas ou civis.
- Educação para a convivência e colaboração recíproca.
- Diálogo a partir dos valores religiosos, éticos e humanísticos.
- Abordagem histórica, fenomenológica e teológica das questões.
- Prática da interdisciplinaridade e do diálogo de convergências.
- Estabelecimento de objetivos que favoreçam a ação conjunta.
- Integração de docentes, discentes e representantes religiosos.
- Integração entre a comunidade acadêmica e a sociedade.
Linhas de pesquisa
O NERI contempla três linhas de pesquisa concernentes à religião e ao diálogo interconfessional:
- Religião, Ética e Sociedade.
- Doutrinas, Identidades e Diálogo.
- Textos Sagrados, História e Hermenêutica.
Programação
O NERI promove atividades como ciclo de palestras, cursos temáticos, seminários e exposições, inseridas no Programa de Extensão da FACULDADE DEHONIANA. Pode abrigar, também, Grupos de Estudo formados por professores e alunos da instituição, conforme as três linhas de pesquisa indicadas acima. O Prof. Pe. Marcial Maçaneiro é o coordenador geral.
Logo
O logotipo do NERI é o labirinto – também chamado dédalo na mitologia mediterrânea. O labirinto é compacto e aberto ao mesmo tempo, com seu centro e as diferentes vias que lhe dão dinamismo. É um emblema da experiência religiosa, centrada no mistério, mas com diferentes itinerários. Este labirinto, em particular, se encontra no piso da Basílica de São Quintino (França), onde viveu e atuou nosso patrono, Léon Dehon.